O que é a Manometria Esofágica de Alta Resolução (MAR)?

A Manometria de Alta Resolução (MAR) com 24 canais é um exame realizado para mensurar a função motora do esôfago.  Ela permite uma avaliação do esfíncter esofágico e do corpo do esôfago através de sensores ou canais que são distribuídos ao longo de todo órgão.

A MAR permite o diagnóstico preciso de inúmeras doenças relacionadas ao aparelho digestivo. Este exame está substituindo a Manometria convencional, com apenas 8 canais, já que, como a numeração sugere, fornece mais informações para o diagnóstico do paciente.

Como é realizado o exame?

A investigação médica é realizada através da passagem de uma sonda pela cavidade nasal do paciente. É necessária a colocação de uma anestésico tópico intra-nasal (spray) momentos antes.

Após a passagem da sonda, o paciente é colocado em posição de decúbito lateral (de lado) e oferecido 10 porções de água para beber.

Quanto tempo dura o exame?

A Manometria Esofágica leva, em média, 15 minutos.

O exame da MAR dói?

Normalmente há um pouco de incômodo, mas não existe dor, riscos médicos envolvidos ou outros sintomas desagradáveis.

Como é o preparo do exame?

Para que não haja interferência na mensuração dos resultados no esôfago, é necessário manter jejum completo de 4 horas, incluindo água.

É necessário interromper o consumo de medicamentos que possam interferir com a motilidade ou acidez, com prazo de até 5 dias antes do exame.

Qual protocolo é usado pelo IMEPE?

Atualmente utilizamos um protocolo chamado Chicago 4.0, publicado recentemente nas principais revistas científicas do mundo. Classificamos nossos pacientes em dois tipos:

  •  obstrução da junção esôfago-gástrica
  • anormalidades no peristaltismo

Para cada caso, um tratamento diferente será aplicado. Essa análise clínica será feita pelo médico com base no resultado do exame e levando em consideração o histórico do paciente.

 

Onde fazer a Manometria Esofágica de Alta Resolução em Brasília (DF) ou entorno

O Instituto IMEPE é uma das poucas clínicas do Distrito Federal a fazer este exame, seja particular ou via convênio com planos de saúde. Estamos localizados no final da Asa Sul, próximo a paradas de ônibus.

Quanto tempo o laudo leva para ficar pronto?

Nossa clínica presa pela necessidade do nosso paciente, por isso, em vários casos, entregamos o laudo no mesmo dia. Não dá para garantir que sempre será assim, mas vamos nos esforçar para entregar com a maior rapidez possível.

 

Para agendar o exame de Manometria Esofágica em Brasília, é só entrar em contato com a equipe do IMEPE por telefone, e-mail ou WhatsApp.

O que é o supercrescimento bacteriano no intestino (SCBID)?

A síndrome do supercrescimento bacteriano no intestino delgado, também conhecida pela sigla SCBID, ou em inglês SIBO, é uma condição na qual existe o desenvolvimento excessivo de bactérias no intestino delgado, chegando a valores semelhantes à quantidade de bactérias presente no intestino grosso.

Essas bactérias são geralmente coliformes, tipicamente encontrados no cólon, e incluem espécies capazes de fermentar carboidratos. Embora sejam importantes para a digestão dos alimentos e absorção de nutrientes, quando estão em excesso podem causar problemas intestinais e alterar a absorção de nutrientes — razão pela qual pode resultar em desnutrição, mesmo que a pessoa esteja se alimentando corretamente.

Sintomas do Supercrescimento Bacteriano (SIBO)

O paciente costuma buscar ajuda médica com o quadro clínico caracterizado por náusea, flatulência (gases em excesso), distensão abdominal, dor na barriga, diarreia e/ou constipação intestinal.

Na maioria das vezes, esses incômodos surgem logo após o paciente efetuar as refeições, como o almoço e o jantar, por exemplo.

Em casos graves, pode haver perda de peso, esteatorreia (gordura nas fezes), anemia e deficiência de vitaminas lipossolúveis e da B12.

Quais os principais grupo de risco para SIBO?

Exemplos frequentemente citados incluem pessoas com enteropatia diabética, doença do tecido conjuntivo subjacente, uso crônico de opiáceos, divertículos (pequenas bolsas protuberantes no trato digestivo), aderências do intestino delgado e membros cegos.

Além disso, deficiências na depuração (limpeza) bioquímica normal de bactérias também predispõem ao supercrescimento bacteriano. Isso inclui hipocloremia causada pelo uso de inibidor da bomba de prótons (IBP) e redução das secreções pancreaticobiliares causadas por pancreatite crônica.

Quais os métodos para diagnosticar a SCBID?

A principal forma é o exame clínico do paciente no consultório, mas exames complementares também permitem a identificação com precisão do quadro da doença.

É o caso do aspirado jejunal, no qual se faz a mensuração das bactérias do intestino delgado para identificação. Isso é feito com apoio do Teste do Hidrogênio Expirado com glicose ou lactulose, açúcar derivado do leite.

No Teste do Hidrogênio, é necessária a ingestão de uma determinada quantidade de lactose prévia. Depois, o paciente sopra em um aparelho que vai ser responsável pela captura de uma determinada quantidade de hidrogênio, aferido em partes por milhão.

Como funciona o teste do hidrogênio expirado?

Os seres humanos produzem gases diversos, como o metano, o hidrogênio e o gás carbônico. Quando há um excesso de bactérias em nosso corpo e nós consumimos açúcares, a tendência é a produção de lactulose.

As bactérias consomem este açúcar e fabricam gás (metano ou hidrogênio) logo nos primeiros minutos do exame. Assim, dá para saber com precisão se o nível está alterado ou não.

Quais as limitações do teste do Hidrogênio?

Apesar de bastante preciso, o Teste do Hidrogênio não pode ser feito em todos os tipos de pacientes. O exame não é indicado para pessoas com motilidade muito exagerada (Intestino encurtado)

Também não tem eficácia quando feito em pacientes sem válvula íleo-cecal ou em quem apresenta supercrescimento de íleo apenas.

 

O Teste do Hidrogênio Expirado é um exame bem raro e feito apenas no IMEPE, aqui em Brasília. Se você procura um local para fazer o Teste do Hidrogênio Expirado, então chegou à clínica gastro correta. Clique aqui e agende agora sua consulta!

Texto produzido por José Tenório e Victor Amorim, médicos integrantes do corpo clínico do Instituo IMEPE

 

Criança com intestino preso – saiba o que fazer com a constipação infantil

Criança com intestino preso – saiba o que fazer com a constipação infantil

Prisão de ventre é ruim para qualquer pessoa, mas pode ser ainda mais desconfortável para bebês e crianças. Afinal, os pequenos ainda estão em fase de desenvolvimento e não conseguem entender a importância do ato de fazer cocô para a saúde.

A constipação intestinal infantil, também conhecida como prisão de ventre ou intestino preso, é caracterizada pela dificuldade ou esforço incomum da criança para evacuar. O sinal de alerta dos pais deve ocorrer se a criança ou bebê evacuar duas ou menos vezes por semana.

A partir de 1 ano, a criança tem que evacuar, no mínimo, três vezes por semana. Mas o ideal é que isso ocorra diariamente e que as fezes tenham aparência normal: consistentes, em volume adequado, nem escuras nem claras e úmidas.

Para sanar as dúvidas mais comuns, o IMEPE, clínica especializada em pediatria de Brasília/DF, produziu um artigo com as principais dicas e orientações para que os pais saibam o que fazer no caso de seus filhos estarem com intestino preso. Confira: 

 

Como identificar a prisão de ventre infantil?

Fique de olho no comportamento da criança e veja se há incomodo abdominal, dor na barriga, fezes duras e ressecadas ou sangramento. Mesmo aquelas que ainda não falam costumam dar sinais de que há problema no intestino.

Nos bebês e crianças pequenas é mais fácil notar indícios de constipação, porque a fralda acaba sendo aliada dos pais. Se as trocas somente ocorrem por conta do xixi, tem algo de errado por aí.

Nos mais grandinhos, o jeito é monitorar as idas ao banheiro e sempre perguntar se está tudo certo com o cocô. Se você acostumá-los desde pequenos com isso, provavelmente não haverá estranhamento.

 

O que pode causar a constipação nas crianças?

Em geral, há duas principais causas que deixam os pequenos com o intestino preso:

  • Problemas na dieta alimentar
  • Problemas comportamentais

Caso o seu filho já esteja comendo alimentos sólidos, então pode ser essa a causa do problema. É necessário saber se o alimento dado a ele não está contribuindo para a prisão de ventre. Isso ocorre quando há baixo teor de líquidos e/ou fibras na comida.

Os problemas comportamentais que podem se associar à constipação incluem estresse – decorrente, por exemplo, do nascimento do irmão ou da irmã nova –, resistência ao uso do banheiro e um desejo de controle. Algumas demoram mais para largar a fralda e tem dificuldade em evacuar em vasos sanitários ou penicos. Tem criança que prende propositalmente porque quer ficar brincando com os coleguinhas. Além disso, há situações onde a criança pode reter as fezes porque está com uma fissura anal que dói.

Nas crianças que não evacuam quando a vontade natural surge, o reto acaba se distendendo para acomodar as fezes. Depois que o reto se distende, a vontade de evacuar diminui, e cada vez mais fezes se acumulam e endurecem. Vai se formando um círculo vicioso que piora cada vez mais a prisão de ventre e pode desencadear outros problemas.

Há uma terceira causa, bem mais incomum, mas que também pode ocorrer: o uso de medicamentos, distúrbios físicos ou toxinas. Nesse caso, somente a avaliação criteriosa de um médico poderá determinar a causa.

 

Como acabar com a constipação infantil?

Como a maioria dos casos de prisão de ventre é associada à alimentação, a solução costuma ser bem nessa linha.

Estimule o consumo de frutas, água, sucos, fibras, vegetais e cereais integrais, pois podem ajudar a regularizar o intestino da criança. Por outro lado, deve-se evitar alimentos causadores de constipação como leite, queijo, massas, batata, farinhas e banana-maçã.

Esses hábitos alimentares devem ser diários e alternados, possibilitando refeições equilibradas para as crianças.

A atividade física também é essencial para o bom funcionamento do intestino. Deixe o menino e a menina correr bastante, jogar bola, pular e se mover o máximo que puder.

Tome muito cuidado com receitas caseiras e medicamentos como laxantes e supositórios. Este tipo de alternativa é mais extrema e só deve ser utilizada com indicação médica.

Se a causa do intestino preso for orgânica, decorrente de medicamento, toxina ou doença, os pais não poderão fazer nada além de procurar ajuda médica especializada.

 

Recomendação do IMEPE

O pediatra e gastroenterologista Dr. José Tenório de Almeida Neto explica que os pais devem procurar um médico se a mudança alimentar não resolver o problema. “Alterações no funcionamento intestinal devem ser observadas e avaliadas pelo pediatra. Isso pode causar sofrimento para a criança e desencadear traumas físicos e mentais se não for tratado”, ressalta.

Dr. Tenório recomenda que as crianças sejam avaliadas por um médico se o intervalo entre a defecação seja dois ou três dias maior do que o normal. “Se os pais tentaram de tudo e a criança está ficando 4 ou 5 dias sem evacuar, busque ajuda imediatamente. É fundamental também avaliar se as fezes estão duras ou grandes, pois podem estar causando dor ou hemorragia na criança”, conclui.

 

Seu filho precisa de atendimento para prisão de ventre? Está sem evacuar há dias? Tem problema de constipação? O IMEPE é referência em gastroenterologia pediátrica no Distrito Federal.

Agende uma consulta com um pediatra do IMEPE e vamos conversar. Estamos localizados na L2 Sul, em Brasília/DF. Aceitamos diversos planos de saúde.

 

Autoria: Comunicação IMEPE

Refluxo gastroesofágico em crianças: sintomas, tratamentos e tudo o que você precisa saber

Refluxo gastroesofágico em crianças: sintomas, tratamentos e tudo o que você precisa saber

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é quando ocorre o retorno do ácido do estômago ou da bile para o esôfago, podendo causar náuseas, regurgitação ou vômitos. Essa “subida” do conteúdo estomacal pode causar irritação na mucosa do tubo alimentar, o que desencadeia dor no peito, azia e queimação.

Apesar de acontecer muito com adultos, o refluxo é bastante comum em crianças, especialmente em bebês. É necessário, contudo, analisar se os sintomas estão atrapalhando a rotina da família ou ameaçando o desenvolvimento do bebê.

Quase todos os bebês têm episódios de refluxo gastroesofágico, que são caracterizados por regurgitação ou arrotos. Quando isso ocorre logo após a alimentação, geralmente é considerado normal. Qual mãe nunca colocou o bebê para arrotar depois de amamentá-lo, não é?

O refluxo normalmente atinge o pico aos 4 meses de idade e então diminui gradualmente. Em quase todos os bebês com refluxo, o distúrbio desaparece por volta dos dezoito meses de idade.

Como saber se meu filho tem a doença do refluxo gástrico?

A observação dos pais é fundamental para identificar os sintomas do refluxo ou outros problemas estomacais na criança. O refluxo pode ser causado:

  • pela posição do bebê durante a alimentação;
  • pela alimentação excessiva;
  • por exposição a cafeína, nicotina e fumaça de cigarro;
  • por intolerância ou alergia alimentar;
  • ou em razão de anomalia do trato digestivo.

É importante notar se o seu filho está tendo um comportamento atípico. Os bebês podem vomitar e regurgitar demais, ter problemas de alimentação ou de respiração e também parecer “mais irritáveis”.

O refluxo gastroesofágico passa a ser conhecido como doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) quando:

  1. Interfere na alimentação e no crescimento do bebê
  2. Danifica o esôfago, causando esofagite
  3. Causa dificuldades respiratórias, como tosses, sibilos ou interrupção da respiração
  4. Continua além da primeira infância para a infância

Sendo uma doença, é necessário tratá-la adequadamente. Assim, evita-se problemas futuros para a criança, que podem afetar o seu desenvolvimento normal.

Devemos nos preocupar com a regurgitação do bebê?

Sim, devemos. Esse cuidado deve ser maior nos recém nascidos, pois há chance maior de complicações, como engasgos. Raramente a regurgitação ocorre antes da primeira semana de vida e na criança lactente após 6 meses de vida.

Quando a regurgitação persiste além dos 12 meses de vida, é necessário buscar ajuda pediátrica para entendermos a causa”, explica o pediatra do IMEPE, Dr. José Tenório Neto, especialista em gastroenterologia infantil.

Segundo Tenório, isso é ainda mais preocupante quando as regurgitações vêm acompanhadas de outros sintomas: febre, abaulamento de fontanela (uma “curva para fora” na moleira do bebê), dificuldade para urinar, vômitos noturnos com bile ou com sangue, esforço para respirar, choro frequente, irritabilidade e tosse crônica.

Qual exame fazer para detectar o refluxo em bebês?

A melhor forma é procurando um pediatra especializado em doenças do estômago, como os profissionais de excelência do IMEPE. O médico pediatra é quem poderá fazer a análise do caso, pedir exames e dar o diagnóstico correto.

O exame considerado padrão ouro para diagnosticar o paciente portador de doença do refluxo gastroesofágico no lactente (ou seja, crianças até 2 anos) é a Impedâncio pHmetria de 24 horas. A Impedâncio pHmetria 24h detecta e mensura o chamado refluxo não ácido..

Com este exame, é possível correlacionar os sintomas – como crises de apneia ("parada respiratória durante o sono"), por exemplo – com a presença de refluxo ácido e  não ácido no momento que ocorre os episódios da doença.

Agende agora a ImpedânciopHmetria de 24h no site do IMEPE.

Outros exames podem ajudar no diagnóstico diferencial da doença do refluxo gastroesofágico?

Além da a Impedâncio pHmetria, existem outros exames complementares que ajudam a determinar se uma pessoa tem ou não a DRGE. São eles: Endoscopia Digestiva, pHmetria e Raio-x contrastado de esôfago, estômago e duodeno.

Quais os tratamentos para o refluxo gastroesofágico e a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)?

Existem dois tipos de tratamento   Modificações de estilo de vida e de dieta são, em sua maioria, utilizadas com um alto índice de melhora dos sintomas.

Mudar a alimentação do bebê nem sempre é fácil, em razão da falta de opções, mas pode ser necessária para interromper o problema. As opções de tratamento incluem fórmula infantil mais densa ou hipoalergênica na alimentação. Outra dica é o posicionamento especial na hora da alimentação.

Crianças mais velhas devem evitar comer duas a três horas antes de dormir, evitar beber bebidas com gás (como refrigerantes) ou com cafeína, tomar determinados medicamentos (aqueles com efeitos anticolinérgicos), comer determinados alimentos (chocolate ou alimentos gordurosos) e comer demais.

O médico pediatra pode ainda receitar um remédio para combater o refluxo. “O tratamento farmacológico mais empregado hoje em dia é o uso dos inibidores da bomba de prótons (IBPs). Eles reagem em meio ácido para exercer o efeito desejado”, detalha José Tenório.

 

 Precisa de ajuda para saber se seu filho tem refluxo gástrico? Marque agora sua consulta com um de nossos gastropediatras.

 

 

Saúde do bebê pediatria brasília

5 mitos sobre a saúde do bebê

A saúde do bebê é algo que sempre desperta muitas dúvidas nos pais, mães e cuidadores, principalmente aqueles de “primeira viagem. Essa preocupação é válida, afinal o recém-nascido está descobrindo um mundo novo e está sujeito a um ambiente bem diferente do que estava acostumado na barriga da mãe.

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